Por: Clébia Rosa
Quando eu descobri você – é isso mesmo,
descobri como o Colombo que descobre o novo mundo.
Eu era meio perdida.
Eu vivia com aquela sensação de andrajo,
atravessando as estradas, só que o meu saco de estopa não pesava tanto,
não tinha muita coisa, aliás, era bastante vazio.
Hoje eu sei que eu continuo meio perdida (e isso te deixa meio louco da vida),
coisas de gente que sonha demais.
Eu sou meia assim mesmo.
A violência continua mal, a Dilma é Presidenta do Brasil,
o Thiago de Mello escreveu uma nova poesia,
o Chico Buarque continua sumido, mas sempre presente com suas canções e poesias e eu perdi a vontade de ser sozinha na vida!
Eu sei que já disse isso outras vezes,
lá naquelas noites estreladas,
agora escrevo pra ficar gravado:
Com você, perdi aquela sensação de ser só!
Estou completa.
Descobri que só você me faz completa,
porque com você foi amor à primeira vista.
Nós nos vimos e logo nos apaixonamos.
Como todo sentimento verdadeiro, a relação começou com flerte, foi crescendo e chegou à uma hora em que explodiu... Boom!
Numa história de amor, obviamente, tem crises, chiliques, ataques.
Faz parte do clímax. Na verdade, "faz parte do show!"
Esses sentimentos estão presentes em qualquer roteiro de bom filme!
E, em filme, após a crise vem calmaria, conciliação e paz.
Quando jovens inocentes, somos maniqueístas.
De forma ridícula, temos ciúmes, criamos barreiras e vemos defeitos.
Quem não os tem?
Mas, com o passar do tempo e bastante sofrimento, a gente amadurece e aprende a compreender a diversidade: Evolução!
Superados os desajustes, assim é a nossa história... Longa, intensa e sinceramente espero que seja infinita.
Pode esperar o café que vou fazer e levar com pãozinho requentado no forno... na cama!
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