Manuel Bandeira
Meu tudo, minha amada e minha amiga,Eis, compendiada toda num soneto,A minha profissão de fé e afeto,
Que à confissão, posto aos teus pés, me obriga.
Só, e do amor só carnal não gosto miga.
De onde? Dos céus?… Dos longes da distância?…
Ser-te-ei sincero como a luz do dia.

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